Infoproduto Jurídico: Como Advogados Criam Conteúdo Digital em 2026

Advogados e profissionais do direito têm conhecimento de alto valor — mas o Código de Ética da OAB cria dúvidas sobre o que é permitido no digital. A resposta é mais simples do que parece: educação jurídica é amplamente permitida, e o mercado de leigos que precisam entender seus direitos é imenso. Este guia esclarece as regras e mostra os formatos que mais convertem.

O que a OAB permite: visão clara

ConteúdoOAB permite?Observação
Curso de educação jurídica (leigos)✓ SimDireitos gerais, não orientação individual
Formação para advogados✓ SimEspecialização, CPD
Ebook de direitos do consumidor✓ SimInformção geral pública
Consultoria jurídica digital (produto)× NãoExige contrato e sigilo individual
Publicidade mercantil com preços× NãoPROVIMENTO 94/2000 OAB
Promessa de resultado em processo× NãoVedado pelo Código de Ética

Os produtos que mais vendem

Para o público leigo (B2C)

O maior mercado. Brasileiros com problemas jurídicos que não sabem seus direitos. Produtos com alta demanda e urgência:

Para o mercado B2B (outros advogados e profissionais)

Maior ticket, comprador mais racional e engajado:

LinkedIn: o canal ideal para advogados

O LinkedIn é o canal mais adequado para profissionais do direito por três razões: o algoritmo valoriza conteúdo profissional aprofundado (artigos e posts longos performam melhor que em outras plataformas), o público B2B tem maior presença, e a plataforma tem menor risco de interpretação como publicidade mercantil pela OAB do que Instagram comercial.

Conteúdo que performa no LinkedIn para advogados: comentários sobre nova legislação, análise de decisões de alto impacto, dicas práticas de área (linguagem acessível), relatos de experiências de carreira.

Quer criar um assistente jurídico com IA que responde dúvidas gerais baseadas no seu material — sem oferecer consultoria individualizada? O guia ProdutoVivo mostra como implementar com os guardrails corretos.

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FAQ — Infoproduto jurídico

Advogado pode vender curso ou ebook jurídico?

Sim. OAB permite: educação jurídica geral para leigos, formação para advogados, ebooks informativos sobre direitos gerais. Não permite: consultoria individual como produto, publicidade mercantil com preços, promessas de resultado em processos.

Quais infoprodutos jurídicos vendem mais no Brasil?

Direitos do consumidor (R$17-R$47), direitos trabalhistas (R$47-R$197), inventário simplificado (R$47-R$127), direito para MEI (R$97-R$297) e formação para advogados em área específica (R$297-R$997).

Como advogado constrói autoridade digital sem infringir a OAB?

LinkedIn como canal principal, conteúdo de educação jurídica geral, artigos em blog próprio, podcasts educativos. Evite frases de resultado garantido, preços públicos de consulta e captação ativa de clientes. Consulte a OAB Seccional em caso de dúvida.